domingo, 2 de setembro de 2012

Questões Poéticas em Roma


Curso de Pós-Graduação em Letras Clássicas - Primeiro Semestre de 2013


Universidade de São Paulo – PPG- Letras Clássicas
LATTIM – Laboratório de Tradução de Textos e Imagens
IAC – Imagens da Antiguidade Clássica
VerVe – Verbum Vertere



Primeira Parte:  entre 10 e 20 de março de 2013 (PREVISTO)
Concentrado em uma semana

Professor Kirk Freudenburg (Yale)


1. “Structures of Influence in Roman Poetry” (a general introduction to the week’s seminars, with special emphasis on the imperial logic of the Augustan poets’ deductum Carmen).
2. ‘Callimachean Refusals as Roman Poetry” (a study of the political theatrics of recusatio in Rome, with reference to the recusationes of the Augustan poets).
3. “Greek Irony among Roman Friends” (on Horace’s remaking of satire’s signature aggression).  Assigned readings to include: Horace Sermones 1.1, 2.8, Epistles 1.17, Catullus 1, 5 and 8.
4. “The Cinematography of Virgil’s Aeneid” (on the structuring and manipulation of vision in the Aeneid, with emphasis on the Roman ‘imperialist’ eye-view generated by certain scenes).
5. “Structures of the Self in Roman Epic” (on how tiny details of gestures made, clothing worn, protocols observed and assumptions made in Roman epic refer ‘intertextually’ to Greek poems and ‘interculturally’ to Roman practices).


Segunda Parte:  entre 29 de março e 9 de maio de 2013 (PREVISTO)
Encontros semanais


Professores Paulo Martins, João Angelo Oliva Neto e Alexandre Hasegawa


Dias Previstos: Março: 29; Abril: 4, 11, 18, 25 e Maio: 2 e 9.

6. “O epigrama como fundamento da elegia”. A primeira elegia latina. O jogo como necessidade poética.  A metapoesia. Questões relativas à prevalência temática da Elegia Romana.  (PM)
7. Visualidades épicas. Écfrase e Digressão. A dispositio da écfrase e o enredo da narrativa épica. Homero e Virgílio. O palácio de Alcino e O templo de Juno em Cartago. (PM)
8. Virtude e vício na composição das Sátiras de Horácio (sat. 1, 1; 1, 6; 2, 1) – (APH)
9. A aurea mediocritas no segundo livro das Odes de Horácio (Odes II, 1-10) – (APH)
10. "Catulo 64 ou a resposta antes da pergunta: épica e écfrase neotéricas". – (JAON)
11. "Catulo 22: um livro para ver". – (JAON)
12. “Propércio 2,12: digressão e écfrase”. Divisão do Livro 2 de Elegias. Antecipação e recapitulação. – (PM)

domingo, 1 de julho de 2012

Voltava Sexta à noite pra casa ouvindo "Raindrops keep fallin' on my head", então lembrei de Thelma e Louise. Mas não Lembrei de Butch Cassidy pela cena da Bicicleta, mas pela pela cena final. A solução final dos dois filmes é a mesma! O que acham?


Raindrops keep fallin' on my head
And just like the guy whose feet are too big for his bed
Nothin' seems to fit
Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'

So I just did me some talkin' to the sun
And I said I didn't like the way he got things done
Sleepin' on the job
Those raindrops are fallin' on my head, they keep fallin'

But there's one thing I know
The blues they send to meet me won't defeat me
It won't be long till happiness steps up to greet me

Raindrops keep fallin' on my head
But that doesn't mean my eyes will soon be turnin' red
Cryin's not for me
'Cause I'm never gonna stop the rain by complainin'
Because I'm free
Nothin's worryin' me



quinta-feira, 15 de março de 2012

quarta-feira, 14 de março de 2012

Lançamento de Imagem e Poder




Livraria da Vila - LORENA

Al.Lorena, 1731

Dia 30 de Março de 2012

a partir de 18:30


AGUARDO A TODOS!








Colóquio Internacional: O Império Romano e suas províncias: a integração e seus limites

28-29 de março de 2012

Auditório do MASP, São Paulo


Dia 28 de março

09:00 – Abertura

09:30-10:30 – Mesa 1 – Império Romano e Integração

Guido Clemente (Florença) – O Império Romano hoje: novas e velhas perspectivas

Norberto Guarinello (USP) – Império Romano e Integração

Glaydson da Silva (UNIFESP) e Adilton Luis Martins (UNICAMP) – Império romano e imperialismos modernos

11:00-12:00 – Mesa 2 – Política e sociedade

Aloys Winterling (Berlim) – Política, Sociedade e a Integração do Império

Rafael Campos (UNIPAMPA) -– Tibério, Sejano, Capri: interferências nas dinâmicas de interação e influência política a partir do afastamento do Princeps da Cidade de Roma (26 - 31 d.C.)

Sarah Lino de Azevedo (UFOP) – Mulheres e política à época de Nero

12:30-14:30 – Almoço

14:30-16:00 – Mesa 3 – Economia e sociedade

Uiran da Silva (USP) – As irredutíveis revoltas do Império Romano tardio

Matheus Figuinha (Florença) – A constituição do patrimônio monástico na Gália dos séculos IV e V

José Knust (UFF) – Um passado romano para um presente capitalista: a Economia Romana em dois séculos de História Econômica

16:00-16:30 – Coffee break

16:30-18:00 – Mesa 4 – Unidade e diversidade religiosa

Robson Murilo Grando Della Torre (UNICAMP) – Pagãos e cristãos no principado de Constantino: Debates intelectuais e disputa política

Paulo Nogueira (Universidade Metodista) – A grandeza de Roma e o ódio a Roma: revolta social e oposição ao Império Romano no Judaísmo Antigo

Claudia Beltrão da Rosa (UNIRIO) – Animus damni uitandi: em busca da religião pública romana

Dia 29 de março

09:30-11:00 – Mesa 5 – A diversidade provincial

Gilberto da Silva Francisco (USP) – Ânforas panatenaicas do período romano

Sônia Rebel (UFF) – Apuleio de Madaura: um erudito entre a diversidade provincial e a integração imperial

Fábio Morales (PUCCAMP) – A formação da "Atenas Romana": evergetismo e modos de integração (séculos II e I a. C.)

11:00-12:30 – Mesa 6 – A problemática da Romanização e seus limites

Alessandro Teatini (Sassari) – Roma e as províncias do império. Conquista e romanização, a evidência da cultura artística e da documentação arqueológica

Pedro Paulo Funari (UNICAMP) e Renata Garraffoni (UFPR) – Discutindo a Aculturação como modelo interpretativo: A Romanização como um estudo de caso

Bruno dos Santos Silva (USP) – Romanização ou integração? O papel de Roma nas transformações da Ibéria e da Gália

12:30-14:30 – Almoço

14:30-16:20 – Mesa 7 – Uma cultura imperial?

Paolo Liverani (Florença) – Arte e política no império romano

Paulo Martins (USP) – Imagines romanas: cultura e poder

Ivana Lopes Teixeira (USP) – A cultura imperial sob o olhar de Plínio, o Antigo, a partir da História Natural

Luiz Marques (UNICAMP) – Os anos 130-300 e a noção de coordenadas mentais

16:30 – Encerramento

Carlos Machado (UNIFESP)
Fábio Duarte Joly (UFOP)
Guido Clemente (Florença)




Comissão organizadora:

Carlos Machado (UNIFESP)
Fábio Duarte Joly (UFOP)
Guido Clemente (Florença)
Norberto Guarinello (USP)
Paulo Portella (MASP)

Apoio:

Instituto Italiano de Cultura – São Paulo
MASP
Programa de Pós-Graduação em História – USP
Laboratório de Estudos sobre o Império Romano e o Mediterrâneo Antigo - USP
UFOP
UNIFESP
Universidade de Florença
Universidade de Sassari

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Colloquium Aspects of Rhetoric at King's College London

Apresentei meu texto Constructing Cicero em sua versão reduzida, bem... A introdução era:


Homologies between verbal discourses and non-verbal imagines are frequent in Classical Antiquity. Among the ancients, paintings and sculptures were quite frequently displaced from their primary function of visual fruition, in order to compose homologies either with poetry or with prose.

Regarding poetry, Simonides of Ceos, via Plutarch[1], is a reference, and Horace[2] turned into a canon the maxim: “ut pictura poesis”. Aristotle[3], in the Poetics[4], establishes similarities between painting and poetry and between poets and painters in order to analyze poetry, and in the Politics[5], he considers the relation between painting and poetry as a determining factor in children’s education.

Thus, he treats of the paintings of Pauson, Polignotus, Dionysius and Zeuxis. Quintilian, in his turn, despite the genre difference between his Institutio Oratoria and the Aristotelian doctrines, also includes the knowledge of figurative arts as a key element in the orator’s education.

This paper intends to discuss a homology elaborated by Cicero in the De Inventione, Book II, which concerns the relation between his rhetorical project and a painting by Zeuxis. This discussion seems appropriate, since any point made in respect to the issues concerning this homology sounds impressionistic or imprecise, and even problematic, as the term of comparison to Cicero’s work do not exist anymore.

Thus, I intend to interpret Cicero’s auctoritas as a preceptor, according to the homologies he proposes concerning the elaboration of his doctrines in his De Inventione, taking into consideration the type of painting produced by Zeuxis, revising the material culture of that period and observing textual references about it.

Since this work was conceived in his youth, the auctor Cicero would lack the authority necessary to confirm his arguments. In this sense, by extension, he borrows Zeuxis’ authority in order to compose his persona docta, so that, in this treatise, he becomes a painter and his painting is his project of Ars bene dicendi.



[1] Plu., Ath.Gl., 306F.

[2] Hor., Ars, 361 e ss

[3] Cf. Martins (2008:75)

[4] Arist., Po., 1448a; 1450a; 1461b

[5] Arist., Pol., 1340a.